CRÍTICA | A Freira

Se você ama terror tanto quanto ama heróis, se prepare para esse filme, mas infelizmente, não crie tantas expectativas. Diferente de Invocação do Mal, mas como Annabelle 2, A Freira teve um roteiro independente mostrando a origem da entidade Valak, já citada e mostrada nas outras obras dirigidas e produzidas pelo cineasta conhecido por obras como alguns filmes da franquia Sobrenatural e Jogos Mortais, James Wan.

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Mas o que esperar de um diretor que também dirigiu o sétimo filme de Velozes e Furiosos, e o atual diretor de Aquaman? Pelo que vimos, depois de trabalhar com filmes de ação, Wan gostou bastante de um final “épico” e, de forma bastante arriscada, trouxe isso para o universo do horror.

O roteiro em si se mostrou bem trabalhado, com uma história um tanto interessante, porém com algumas falhas, como a forma que foi usada para vencer o mal. Com cenas de tensão e suspense até bem trabalhadas, o que pode deixar a atmosfera pesada e o público aterrorizado, A Freira salta de uma cena de terror extremamente macabro para outra de ação e aventura no fim de sua história, e algumas até mesmo engraçadas. Mas vale ressaltar a ótima atuação da atriz Taissa Farmiga, residente da primeira temporada de American Horror Story, e também, o cenário de todo o filme dando um ar clássico bastante agradável, remetendo até mesmo O Exorcista.

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Sua trilha sonora não colaborou totalmente. Mesmo o filme tendo muitas cenas em silêncio para dar o famigerado susto no espectador. Grande parte do filme, com suas músicas de suspense bem colocadas, foi interrompida por um ar heroico, o que mais pareceu uma cena final de Avengers com todos os heróis reunidos.

Para finalizar, o filme termina muito vago e com final feliz até demais. O enredo mostra uma falha muito grande com a tentativa de conectar-se com o primeiro filme de Invocação do Mal, o que dá a entender que a conexão dos dois filmes foi esquecida e deixada muito para o final na produção.

Portanto, A Freira e uma boa escolha para os fãs das franquias de Invocação do Mal, pra se por na conta mais uma origem. Mesmo o filme deixando um pouco a desejar, foi feito um bom trabalho e é bom de se assistir.

“A Freira” chega aos cinemas brasileiros essa quinta, dia 6 de Agosto.

2 comentários em “CRÍTICA | A Freira

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  1. Pessoalmente eu amo esse tipo de filme que te mantém grudado na tela. É recomendo Nunca Diga Seu Nome tem uma boa trama, leve bom ritmo ao inicio e as atuações seguem com o seu objetivo de transmitir medo. Eu considero um dos Melhores filmes de suspense 2017 você não pode parar de vê-la.

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  2. Pessoalmente eu amo esse tipo de filme que te mantém grudado na tela. É recomendo Nunca Diga Seu Nome tem uma boa trama, leve bom ritmo ao inicio e as atuações seguem com o seu objetivo de transmitir medo. Eu considero um dos Melhores filmes de suspense 2017 você não pode parar de vê-la.

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