Resenha | Homem-Aranha: A Última Caçada de Kraven | Vingadores Brasil

Sinopse: Peter Parker, o Espetacular Homem-Aranha, está prestes a dar um grande passo em sua vida: revelar sua identidade para Mary Jane Watson, sua namorada de longa data. No entanto, o relacionamento dos pombinhos é posto à prova quando Peter descobre que um velho amigo não era exatamente quem ele pensava.
Para piorar, uma terrível ameaça toma forma: Kraven, o Caçador, que se autodenomina o maior caçador do mundo. Após anos e anos de humilhantes derrotas, Kraven, filho de aristocratas russos, lança sobre o Homem-Aranha uma investida final. Ele jura destruir Peter Parker. Para ele, no entanto, alvejar sua presa não é o suficiente. Ele quer mesmo é tomar o lugar de seu inimigo. Assim que ele estiver morto.
Apresentado ao leitor brasileiro com exclusividade pela Novo Século, “Homem-Aranha: A última caçada de Kraven” é uma incrível – e esperadíssima – adaptação do já clássico conto de loucura e tragédia originalmente assinado por J.M. Dematteis & Mike Zeck.

Não é de hoje que Peter Parker é um dos heróis que mais passa por perrengues na história da Marvel. Vimos em inúmeros momentos o quão sua empatia e amor pelos próximos foi colocada a prova e o mesmo deu tudo de si para proteger aqueles que ama. Em Última Caçada de Kraven as coisas estão ainda piores…

Kraven, ou o Caçador, é um personagem muito difícil de se lidar. Um vilão astuto e completamente louco que decide matar o Homem-Aranhe e tomar o seu lugar na vizinhança. Este foi um dos arcos mais bem elaborados do personagem, porém ainda assim faltaram elementos para selar a história em bom tom. Desde o começo a narrativa transita entre acontecimentos (na maioria bizarros) entre Peter e Kraven, vemos dentro de sua cabeça e acompanhamos todas as frustrações e loucuras que cada um pode fazer e uma trama tão bem arquitetada merece um bom desfecho.

Entretanto não é isso o que vemos, a história quando chega no seu ponto final simplesmente acaba e se resolve tudo em dez páginas e em seguida um epílogo ainda mais aberto. O trabalho de Neil Kleid na adaptação foi muito bom, o que nos mostra que o erro da história vem de sua HQ original.

A editora Novo Século caprichou nesta edição e desde a capa a sua diagramação, o livro é belíssimo e seu trabalho visual são só elogios. Nesta edição temos uma história ainda assim muito intensa e envolvente e que embora seus altos e baixos, vele muito a pena ler.

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