Críticas

CRÍTICA | Bloodshot

‘Bloodshot’ é um filme baseado nas HQs da Valiant Comics, como uma aposta para a criação de um novo universo de heróis fora dos selos Marvel e DC. Originalmente, o ator principal a interpretar o soldado Ray Garrison seria Jared Leto, mas o projeto mudou e quem deu vida ao personagem foi Vin Diesel.

O produto final do diretor David S. F. Wilson poderia abrir portas para uma nova franquia cheia de surpresas e elementos criativos dentro da trama. Entretanto, a falta de exploração dos elementos mais complexos ou até mesmo o clichê imposto numa temática mais pesada podem fechar as portas para uma sequência.

Ray Garrison é um soldado das Forças Armadas dos Estados Unidos, dentro de um relacionamento com a jovem Gina. O filme começa com Ray agindo em combate, em um cenário precário mais parecido como um cativeiro no meio de uma periferia. O personagem em si é um típico herói que arrisca tudo para salvar a cabeça de quem está em jogo mas “sempre volta pra casa”. E depois desse embate voltou para a namorada, mas infelizmente as férias não saíram como planejado pois ambos foram sequestrados e mortos.

Esse é um filme de herói, o principal não pode morrer assim. O gatilho da história está na volta para casa, não importa o que isso vá custar. A volta de Ray foi na mesa de um projeto científico que tinha o trazido de volta dos mortos e aprimorado todas as suas habilidades físicas e cerebrais — a intenção por trás disso até o primeiro momento era a melhor.

Ao longo do filme, as coisas vão se explicando de forma bem bruta. Os companheiros de experimento científico, também modificados não eram tão bonzinhos assim, exceto KT (Eiza Gonzalez) que começa a se bandar para o lado do bem. Quando filme começa a esquentar na trama central que é nítido o quanto os efeitos pecam nas cenas de luta com tanta tecnologia envolvida no corpo de um ser. A coreografia também não explora tudo o que Vin Diesel, experiente em filmes de ação, poderia dar a Ray.

O roteiro deixa lacunas. Alguns assuntos mal projetados ou deixados implícitos demais não dão firmeza nem aos planos do vilão. Caso aconteça uma sequência será necessário uma reforma nas explicações e no modo como as cenas vão sendo construídas. São muitos clichês dentro de uma história cheia de possibilidades.

 

‘Bloodshot’ já está em cartaz nos cinemas.

Nota: 🚀🚀🚀🚀

 

 

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